Blood-C Ep.1

 

Eu sei que como sempre demoro para escrever e teoricamente estou com o rascunho deste resumo a duas semanas já uma vez que vi o pré release do episodio em baixa resolução antes de estrear na TV de fato. O que posso dizer? CLAMP! Assunto encerrado e vamos ao resumo.

O episodio começa com uma cena estranha onde “bolhas” de sangue flutuam dentro de um tubo enquanto uma pessoa desconhecida fala sobre a composição real dos seres humanos. Não a composição física, mas a composição “interna” das pessoas. Algo como os arquétipos dos seres humanos, que são criados, moldados pela sociedade e seu ambiente e tornam-se produto do meio em que vivem tendo como base seu biótipo, ou seja, como elas nasceram de fato sem influencia do exterior. Depois disso temos a abertura que devo dizer, me chamou muito a atenção. O character design ficou a cargo da CLAMP, o que para mim se traduz em personagens estilosos e com personalidades duvidosas. A musica é muito legal e mistura inglês com japonês (embora tenha que admitir que o inglês ta sofrível). Na abertura temos alem de uma animação de boa qualidade a apresentação do que será provavelmente os personagens principais do anime.

Depois da abertura aparece saya, a personagem principal em roupa de miko fazendo uma espécie de ritual e reza, procurando “algo” na memória, até ser interrompida por seu pai (tadayoshi), o monge/exorcista/padre/dono do lugar. Depois de saber que ela ainda não encontrou “aquilo” ele fica preucupado com o fato de saya ser dojikko, uma garota trapalhada que tropeça por nada, cai toda hora e constantemente se machuca quando interage com o ambiente a sua volta. Logo depois dessa conversa, seu pai pergunta se ela não estaria atrasada para a escola e que se ela ainda quisesse tomar café com seu vizinho, ela deveria se apressar, o que saya faz imediatamente e acaba caindo segundos depois. Descendo as escadas do templo que mora, saya vai ate a cafeteria Guimauve para tomar seu tão querido café da manha na compania do vizinho e dono do estabelecimento, Fumito. Depois de conversarem brevemente sobre o pai de saya e como ele mima ela e ela deixa ele preocupado, a garota sai correndo outra vez em direção a escola, já que estava atrasada. Chegando na classe assim que bate o sinal, é recebida por suas amigas que ficam debochando dela por sempre se atrasar devido a tentar ajudar alguém ou a fazer algo no meio do caminho e acabar perdendo hora. Ela responde que não teve que ajudar velhinha nenhuma, nem pegar gatos presos em cima de arvores nem nada disso, apenas arrumar o lixo que estava um pouco fora da rua, mas que isso não foi problema, o que rende mais deboche das amigas por saya sewr tão “prestativa e boa garota”. Depois temos rapidamente ela sendo “reprendida” por seu colega de classe, Itsuki, dizendo que ele estava se divertindo com a conversa mas que o homeroom iria começar logo e se elas não poderiam deixar aquilo para depois.

Na próxima aula, de educação física, as meninas estão jogando basquete e ao contrario do que sua imagem faz transparecer, saya é uma excelente esportista, sendo admirada por todos os seus colegas e professores. Suas amigas se impressionam e perguntam se ela é assim sempre em casa, no que ela diz que não chega aos pés de seu pai, um ser quase perfeito pelo que ela descreve dele ¬¬

No final da aula, ituski convida Saya para voltarem juntos para casa e passar num café novo que abriu na cidade, claramente demonstrando gostar dela, mas é rejeitado educadamente uma vez que saya tem deveres no templo a noite com seu pai. Voltando pelo mesmo caminho que foi, saia tem aimpressao que existe alguma coisa observando mas ignora e continua em seu caminho para casa, apenas parando novamente para ver um gatinho. Chegando a frente do templo, vê seu pai com feição seria e também muda a sua. Perguntado, ele responde que está “trabalhando” e pede que ela o acompanhe ao templo principal.

Na sala princial, saya esta em posição de seiza, aquela posição formal japonesa que se senta sobre as pernas com os pés esticados para traz e que é extremamente desconfortável mesmo para os próprios japoneses. Seu pai pega uma espada na prateleira da sala e a entrega a saya numa espécie de cerimônia informal enquanto entoa as seguintes palavras: “O envelhecido deverás aparecer”, e diz que “ele” apareceu no inicio da cerimônia do Kisshou Hakke, seja lá o que isso significa.

Assim, saya sai em direção a floresta do templo, perto de um lago razo onde uma estatua de pedra com feição budista aparece flutuando. Ela recita algumas palavras e saca sua espada, andando em direção ao objeto. Os dois começam a lutar e a principio saya leva a pior, especialmente quando sua espada é jogada longe. Depois da luta já ter iniciado, saia consegue acertar o inimigo e este muda de forma para algo parecendo um homem com patas de louva-deus e começa a ataca-la mais ferozmente. Depois de recuperar sua espada e lutar mais um pouco, saya consegue derrota-lo enfiando a espada pelo pescoço da criatura, jorrando sangue pra tudo quanto é lado e banhando ela também. Ao final, ela vai de encontro a seu pai que fica preucupado e depois dirigem-se para o templo de modo que ela possa se limpar e lempar a espada também. Assim acaba o episodio. O encerramento tem imagens paradas mas a musica é muito boa e agitada, dando um misto de histeria e “efeito pos batalha vencida”.

============================================================== Não comentei muito sobre a equipe técnica dele porque pessoalmente a única coisa que me chamou a atenção foi a parceria entre a Production I.G e a CLAMP. Claro, achei muito bom o espisodio, embora não teve quase nada e ser parado a maior parte dele, pode esconder uma trama bem snistra. Ficamos a ver como se desenrola!

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