Phi Brain, Kami no Puzzle – ep.1

Mais ou menos como aconteceu com “Sacred Seven” na última temporada, “Phi Brain” começou me deixando muito empolgado pois apresentou um tema que para mim é original e de uma forma que não fiquei encanado, como a primeira série mencionada, mas curioso.

A série gira em torno de uma realidade onde “puzzles” são muito populares a ponto de pessoas receberem títulos como “melhor de tal região”. Por puzzles não me refiro a simples quebra cabeças como sugere a tradução ao pé da letra, mas jogos de raciocínio em geral. O episódio começou com o protagonista, Daimon Kaito (me lembrou o protagonista da primeira série de “Bey Blade” xD) e um homem que se denominava o oitavo colocado da liga asiática dentro de um labirinto, até que uma armadilha é acionada e o lugar desmorona.

No dia seguinte, na tv estava o suposto campeão dizendo que aquilo não era um puzzle e sim uma armadilha que colocava a vida das pessoas em risco. No colégio, que óbviamente era o de Kaito, os alunos se deparam com um labirinto formado por carteiras escolares e um grupo de pessoas o percorre tentando resolvê-lo. O protagonista, que havia causado o tumulto, chega a conclusão de que não havia solução e leva uma suspensão de 10 minutos após o diretor ver que ele havia salvo uma pessoa.

Em resumo, Kaito recebeu uma maquina de um colega, presidente do clube de puzzles do colégio, pela qual ele recebia diversos puzzles de várias pessoas e resolvia todos sem a menor dificuldade, até receber o desafio de uma pessoa apelidada de Minotauro, que lhe passou o tal labirinto. Ele então retorna ao labirinto com sua amiga, Itou Nanoha e depois dela sair correndo e quase cair numa armadilha diz que no caminho certo não havia nenhuma armadilha.

Ao chegar no final, o desafiante diz para ele prosseguir sozinho. Quando sobe uma escadaria, Kaito vê uma mandala e é cercado por luzes, até que aparece um bracelete que se fixa no braço do garoto. Minotauro diz que aquela foi à recompensa dele por ter conseguido sair do labirinto. O bracelete era o bracelete de Orpheus, um artefato que permitia o usuário utilizar o seu cérebro em 100%, tornando o usuário capaz de resolver qualquer problema. O desafiante então ativa uma armadilha e diz que ele tinha que resolver um sistema de cordas e engrenagens para pará-la antes que o peso da água fizesse tudo desmoronar. Kaito olha para cima e não consegue resolver, até que o bracelete brilha e ele trava por um momento, dizendo que havia descoberto a resposta.

Bem, admito que fiquei surpreso com “Phi Brain” e tive uma aceitação pela série muito melhor que os shounens que estrearam na última temporada. Como a série aparentemente terá 26 episódios no mínimo espero algo tão bom quanto “Star Driver” ou “Ao no Exorcist”, que para minha infelicidade terminou com 25 episódios enquanto eu achava que iria continuar indeterminadamente, assim como aconteceu com “Sket Dance”.

Nota de Aprovação: 8.0 / 10

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About Barkk

Ex-redator do blog Yoi Yume
Gallery | This entry was posted in 1º Impression / Impressão, 2011, Animes, Original, Outubro / October 2011, Phi Brain, Kami no Puzzle, Resumo / Summary, Shounen, Starting / Começando, Vida Escolar / School Life. Bookmark the permalink.

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