Kyoukai Senjou no Horizon – Overview

Antes de mais nada, deixo claro que não pretendo mencionar muito sobre a estória da série, apenas alguns pontos chave e que minha opinião sobre este anime é extremamente ambígua. Minha recomendação: assistam para entender melhor.

No primeiro episódio fiquei realmente empolgado e me veio em mente que este poderia ser um anime de nível semi-épico. O problema foi, excesso de informação e pouca explicação. Digamos que pelo menos 6 dos 12 episódios já transmitidos (termina na próxima semana com 13) eu fiquei completamente perdido e sem entender lhufas do que estava acontecendo. Uma alma otakucaridosa chamada Shoran foi até a wiki japonesa e tentou colher informações, e o que entendi foi o seguinte:

Num determinado ponto da humanidade, quando o mundo já estava praticamente inabitável, a única zona no mundo onde ainda era possível a permanência humana era o Japão. As demais nações do mundo foram então movidas para uma dimensão paralela criada artificialmente (foi ai que eu fiquei realmente confuso e não me responsabilizo pelo que estou falando xD). Em um determinado ponto, essas nações queriam retornar para o mundo “original”, o que acabou desencadeando uma guerra pelo território japonês habitável. No fim, quando já estava tudo literalmente fodido, foi decidido que o mundo seria reconstruído de acordo com o Antigo Testamento (minha falta de opinião religiosa me torna incapaz de saber se eu escreveria isso em maiúscula ou normalmente em minúsculas).

Soou absurdo? Se eu não estiver falando nenhuma besteira e minha compreensão não foi tão falha quanto estou achando que foi, é isso.

Saindo do backgroundnãotrabalhadoesuperconfuso, a série começou com um exercício dos muitos personagens mostrados abaixo, já que todos são membros da mesma sala. “Mas com tudo isso alguns muitos devem ter ficados obsoletos não?”. Bom, todos tiveram participação em algum ponto, alguns apenas como fonte de piada, e outros, por menor que tenha sido a aparição, foram fundamentais, principalmente para questões políticas da própria série.

Mas o que realmente me deixou empolgado foi o protagonista, Aoi Toori, que além de ser completamente debochado é um pervertido que praticamente não nega o fato e sai apalpando seios alheios, o que em alguns muitos momentos me fez rir principalmente pelas reações das pessoas apalpadas serem muitas vezes inesperadas. Toori gosta de uma menina chamada Horizon, que na verdade é um robô com inteligência artificial mas é idêntica a uma menina que ele gostava quando criança , praticamente tudo começa com o plano dele se confessar para ela, que se estende durante toda a série e é outro ponto chave e sua desculpa para fazer tudo o que fez.

A estória começou em um período de paz, então vieram partes que mostraram um pouco do passado de alguns personagens com as que eu fiquei boiando sem entender lhufas. Então uma explosão e por fim uma guerra com aparentemente algo equivalente ao Vaticano, que tomaram Horizon como refém e então a conclusão da série com o resgate da menina. Para os amantes de lutas, no geral houveram algumas bem distribuídas e muitas no final. O que me fez feliz, não aram apenas pessoas se batendo sem parar freneticamente e do nada brota um moleque possuído que destrói tudo (no comments…). Cada personagem, quando teve sua vez, foi bem trabalhado e mostrou um potencial que o tornou único, o que me fez recomeçar a ver a série com outros olhos.

A série mexeu com alguns pontos interessantes, como nos episódios onde Toori e seus colegas começam a discutir com alguns representantes dos poderes da cidade de Musashi para poderem entrar em guerra com a Tres Espanha. Eu diria que desse ponto em diante foi que fiquei de fato empolgado e que as coisas realmente começaram a andar sem criar mais confusão. Comédia foi algo que não deixou a desejar e ainda foi de certa forma inteligente. Em uma batalha argumentativa que o tema principal seria “Por que devemos enfrentar o maior poderio militar existente para salvar Horizon?” entre Toori, que era um ignorante, contra a sucessora de uma família de políticos que era contra o resgate da menina. O protagonista então começa o debate se colocando em desvantagem mas defendendo que eles deveriam desistir, que era o argumento do adversário.

Fanservice? Hmm… É… Teve mas com contexto.

            Yuri field!!

Minha sugestão sobre Horizon: Vale a pena assistir, mas o desenvolvimento da estória é meio confuso pelo background não ficar bem explicado. Isso pode causar revolta em muitos mas a série é bem elaborada, o que compensou minha frustração e impediu um rage quit. Para encerrar, algo que ficara impresso em sua mente durante algum tempo.

Kisses s2  ;*

 

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Ex-redator do blog Yoi Yume
Gallery | This entry was posted in 1º Impression / Impressão, 2011, Ação / Action, Análise / Analysis, Animes, Aventura / Adventure, Comedia / Comedy, Ficção Scientifica / SciFi, Kyoukai Senjou no Horizon, Light Novel Based, Outubro / October 2011, Seinen. Bookmark the permalink.

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